O Futuro das Constituições na Era da Globalização. Identidade Nacional e “Estado Constitucional Cooperativo” na Constituição da República Federativa do Brasil de 19881

Autores

  • PAOLO RIDOLA Sapienza Università di Roma

Resumo

É uma grande honra para mim, contribuir para este Congresso, que celebrao vigésimo quinto aniversário da Constituição da República Federativa doBrasil. Agradeço ao Instituto de Direito Público, ao Ministro Gilmar Mendes eaos Professores Paulo Gonet Branco e Jairo Schäfer por me convidarem para daruma palestra neste Congresso. As relações entre a ciência jurídica italiana e brasileirasão intensas e íntimas. Lembro-me de que, na década de trinta do séculopassado, os juristas italianos de origem judaica (Tullio Ascarelli, Tullio Liebman,Renato Treves), forçados a deixarem a Itália por causa da perseguição racial, foramrecebidos neste País e lecionaram em universidades no Brasil. Nos últimosanos, a Constituição de 1988 estabeleceu um ponto de encontro muito frutíferoentre a doutrina constitucional brasileira e a italiana, como é evidenciado pelosmuitos relatos de cooperação científica entre juristas e as universidades dosdois países, e pela intensificação do intercâmbio cultural, que envolve tambémalunos em doutorado e jovens pesquisadores

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Biografia do Autor

PAOLO RIDOLA, Sapienza Università di Roma

Sapienza Università di Roma

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Como Citar

RIDOLA, P. (2014). O Futuro das Constituições na Era da Globalização. Identidade Nacional e “Estado Constitucional Cooperativo” na Constituição da República Federativa do Brasil de 19881. Direito Público, 11(56), 9–23. Recuperado de https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/2374

Edição

Seção

Assunto Especial