HUMAN RIGHT TO SAFE DRINKING WATER AND POVERTY OF INDIGENOUS PEOPLES IN BRAZIL
AN INTERSECIONAL CRITICAL ANALYSIS
DOI:
https://doi.org/10.11117/rdp.v19i104.6762Abstract
This paperaims to assess the tension between competing social markers of difference, specifically ethnicity and poverty, by adopting intersectionality as a critical analysis lens for human rights to evaluate whether a one-dimensional approach may contribute to a violation of human dignity. This qualitative research is undertaken by deductive method and is carried out through bibliographic study and document analysis. The paper dwelves on the issues raised by the "Human rights to drinking water and sanitation for indigenous peoples: situation and lessons from ancestral cultures" report, prepared by Pedro Arrojo Agudo and presented before the UN General Assembly, to analyze the context of Brazil's guarantees of access to drinking water for indigenous peoples as a public policy aimed at eradicating poverty in the country. It concludes that such right, since it is already recognized internationally, must also be introduced into the Brazilian legal order in order to create positive obligations for the Executive Branch to act towards its fulfillment. Nevertheless, it is also considered at the end that, within the current administration, the right to water would hardly be affirmed due to the (negative) government's position towards indigenous rights and the protection of the environment.Downloads
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