Constitución Y Realidad: Un Problema Capital
DOI:
https://doi.org/10.11117/rdp.v21i110.7969Abstract
The Constitution is a complex object in the world with four parts: composition, environment, mechanisms and structure. Being an eminently normative instrument, it presents a sort of double face: the problems related to the existence of the rules and the problems linked to their effectiveness. The nature and scope of these problems, i.e., between the normativity and the factuality of the Constitution, have already been highlighted since the end of the eighteenth century, with mentions in the previous century. The studies were maintained since then and up to the present day and are a constant concern of constitutional theory, universal or particular. For these reasons, the normative force of the Constitution constitutes an elementary affirmation, inasmuch as all anti-normative realizations carried out, especially by public servants, should be non-existent. To affirm, then, the normative force of the Constitution means that there is a positive law of the Constitution that has been created to be complied with and a conscience of a citizenry that desires and aspires to live and coexist based on rules of law.
Downloads
References
ALBERDI, Juan Bautista. Bases y punto de partida para la organización política de la República Argentina: Organización política y económica de la Confederación Argentina. Besanzón, Imprenta de José Jacquin, 1856, p. 158.
BIANCHI, Alberto B. Casos “fáciles” y casos “difíciles” en la jurisprudencia de la Corte Suprema sobre DNU: A propósito del DNU 70/2023. La Ley: Buenos Aires, Argentina, n. 41, 2. ed., 13 mar. 2024. Disponível em: https://amja.org.ar/wp-content/uploads/Bianchi-DNU-70.pdf. Acesso em: 11 de jul. de 2024
BIDART CAMPOS, Germán J., Los derechos no enumerados en su relación con el Derecho constitucional y el Derecho internacional. In: La Constitución que dura: 1853-2003 1994-2004. Buenos Aires: Ediar, 2004, p. 90-98.
BOVERO, Michelangelo. Autocrazia elettiva. In: Costituzionalismo.it. Fascicolo 2, 2015.
BRASIL. [Constitución (1988)]. Disponível em: https://www.acnur.org/fileadmin/Documentos/BDL/2001/0507.pdf
FALLOS, CSJN: 333:633. In: Consumidores Argentinos. 19 mai. 2010.
FERREYRA, Raúl Gustavo. Esboço sobre a Constituição. Núcleo Interamericano de Direitos Humanos, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2023. Disponível em: https://nidh.com.br/raul-gustavo-ferreyra-uba-esboco-sobre-a-constituicao/. Acesso em: 11 de jul. de 2024
FERREYRA, Raúl Gustavo. Presentación. In: HÄBERLE, Peter. Sobre el principio de la paz: La cultura de la paz. El tópico de la teoría constitucional universal. México, D. F.: Ediar e Instituto de Investigaciones Jurídicas de la Universidad Nacional Autónoma de México, 2021.
FERREIRA MENDES, Gilmar. La fuerza normativa de la Constitución y la sociedad aberta. Conferencia magna, IDP-UBA, texto gentilmente entregado por su autor, 20 mar. 2024. Disponível em: http://www.derecho.uba.ar/institucional/deinteres/2024/webinarios-la-fuerza-normativa-de-la-constitucion-y-la-sociedad-abierta. Acesso em: 11 de jul. de 2024.
FRANCIA. [Constitución (1795)]. Disponível em: http://www.ub.edu/ciudadania/hipertexto/evolucion/textos/cf1795.htm
GRACIANO, Decretum (1140).
HÄBERLE, Peter. Sobre el principio de la paz: La cultura de la paz. El tópico de la teoría constitucional universal. México, D. F.: Ediar e Instituto de Investigaciones Jurídicas de la Universidad Nacional Autónoma de México, 2021.
HÄBERLE, Peter. El Estado constitucional. México D. F.: UNAM, IIJ, 2003, p. 14
HESSE, Konrad. Escritos de Derecho constitucional. Madrid: CEPC, 1992, pp. 58, 59 e 65-66.
HESSE, Konrad. Constitución y Derecho constitucional. In: BENDA, Ernst. et al. Manual de Derecho Constitucional. Madrid: CEPC, 1996, p. 2.
HOBBES, Thomas. Leviatán: O la materia, forma y poder de una república eclesiástica y civil. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2011, p. 220.
KANT, Immanuel. La metafísica de las costumbres. Madrid: Tecnos, 2008, p. 335.
KELSEN, Hans. Teoría pura del Derecho. México D. F, Porrúa, 1991, p. 274.
KELSEN, Hans. Teoría pura del Derecho. 2. ed., México, Porrúa, 1993, p. 23-25.
MERKL, Adolf. Prolegómenos a una teoría de la estructura jurídica escalonada del ordenamiento (I). Revista de Derecho Constitucional Europeo, Granada: Departamento de Derecho Constitucional de la Universidad de Granada, 2004, n.º 2, pp. 235-236 e 244.
RADBRUCH, Gustav. Filosofía del Derecho. Madrid: Editorial Revista de Derecho Privado, 1944, p. 148.
VALADÉS, Diego. Consideraciones preliminares. In: HÄBERLE, Peter. Sobre el principio de la paz: La cultura de la paz. El tópico de la teoría constitucional universal. México, D. F.: Ediar e Instituto de Investigaciones Jurídicas de la Universidad Nacional Autónoma de México, 2021.
VON HUMBOLDT, Wilhelm. Ideas sobre el régimen constitucional del Estado sugeridas por la nueva Constitución francesa. In: Escritos políticos. México D. F.: Fondo de Cultura Económica, 1983, p. 78.
VON HUMBOLDT, Wilhelm. On Language: The Diversity of Human Language-Structure and its Influence on the Mental Development of Mankind. New York et al., Cambridge University Press, 1988, p. 91.
VON MISES, Ludwig. La mentalidad anticapitalista. Fundación Bolsa de Comercio de Buenos Aires, 1979, pp. 149 e 151.
VON WRIGHT, George H. Ser y deber ser. In: AARNIO, Aulis. et al., La normatividad del Derecho. Barcelona: Gedisa, 1997, p. 99
ZAFFARONI, E. Raúl. El pueblo ante la ausencia de derecho. La Tecl@ Eñe Revista de Cultura y Política, 26 de diciembre de 2022. Disponível em: https://lateclaenerevista.com/el-pueblo-ante-la-ausencia-de-derecho-por-e-raul-zaffaroni/.
ZAFFARONI, E. Raúl. Epílogo. In: HÄBERLE, Peter. Sobre el principio de la paz: La cultura de la paz. El tópico de la teoría constitucional universal. México, D. F.: Ediar e Instituto de Investigaciones Jurídicas de la Universidad Nacional Autónoma de México, 2021.
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2024 Direito Público

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
O(s)/A(s) autores(as) dos manuscritos submetidos concorda(m) com as regras a seguir:
1) Todos os autores e autoras participaram do trabalho, são responsáveis pelas ideias e conceitos nele emitidos e atestam sua conformidade com os princípios éticos exigidos.
2) Todos os autores e autoras concordam com a forma final do trabalho e em ceder os direitos para publicação nos canais de publicação da Escola de Direito do IDP.
3) Todos os autores e autoras informam que o manuscrito é de sua autoria e assumem a responsabilidade pelo trabalho, declarando que a obra a ser publicada não infringe quaisquer direitos de propriedade intelectual de terceiros.
3.1) Em caso de submissão simultânea, além da reprovação imediata do artigo e comunicação ao(s) respectivo(s) periódico(s), a Revista Direito Público se reserva o direito de não receber novas submissões de todos os autores implicados pelo prazo de 2 (dois) anos, contado a partir da data de ciência do fato.
4) Todos os autores e autoras autoriza(m) a edição de seu trabalho e cede(m) à Escola de Direito do IDP os direitos de autor para reproduzir, editar e publicar ou veicular o citado trabalho em qualquer forma midiática, resguardada a autoria, em particular sob forma digital, em arquivo eletrônico online na Internet, bem como armazená-los em seu repositório de acordo com o desenvolvimento do processo editorial. Esta concessão não terá caráter oneroso para a Escola de Direito do IDP, não havendo remuneração sob qualquer modalidade pela utilização do referido material, tendo este o caráter de colaboração científica.









